Sozinho
em casa?
Nunca.
O isolamento social de idosos é um problema urgente, silencioso e crescente.
Há pessoas idosas a viver sem contacto humano frequente, sem apoio familiar próximo e sem uma resposta coordenada que garanta acompanhamento regular. O problema não está apenas na identificação dos casos, mas na ausência de um sistema contínuo de seguimento e proteção.
Muitos idosos vivem dias inteiros sem contacto regular, apoio próximo ou acompanhamento continuado.
A solidão extrema agrava vulnerabilidades de saúde, segurança e acesso a necessidades básicas.
GNR, juntas de freguesia e IPSS apoiam muitos casos, mas continuam existir idosos fora da rede, sem sinalização e acompanhamento.
As empresas podem ser parte ativa da resposta
O voluntariado empresarial tem capacidade humana, escala e continuidade para ajudar a combater este isolamento. O desafio é transformá-lo numa resposta organizada, acompanhada e fácil de gerir, em articulação com entidades locais que conhecem o território.
O REVIVER cria a ponte entre a sinalização local e ação no terreno.
A solução consiste numa plataforma/app que permite registar idosos em situação de isolamento, organizar o seu acompanhamento e mobilizar voluntários empresariais para realizar visitas regulares, com prova de vida, alertas automáticos e sinalização de necessidades.
O que inclui na solução
IDEIA-CHAVE
Não basta identificar.
É preciso acompanhar, registar e agir.
O REVIVER organiza todo o processo: da identificação feita pelas entidades locais ao acompanhamento realizado pelos voluntários empresariais, com tecnologia simples, georreferenciação, prova de contacto e foco na proximidade humana.
Um processo simples, claro e colaborativo.
O modelo foi desenhado para que cada interveniente tenha um papel claro, desde a identificação dos casos até ao acompanhamento feito no terreno.
Entidades locais identificam idosos em situação de isolamento ou vulnerabilidade, validam os casos no terreno e priorizam o acompanhamento.
Cada caso é registado com morada, geolocalização, nível de risco, histórico de acompanhamento e necessidades prioritárias.
Os voluntários visualizam casos próximos, realizam visitas, registam prova de vida, timestamp e necessidades identificadas.
Um semáforo que torna o acompanhamento visível e acionável.
Um dos pontos mais fortes da proposta é a capacidade de transformar risco social em sinais visuais claros para ação no terreno.
Contacto recente e situação acompanhada dentro do intervalo esperado.
Aproximação ao limite sem nova visita, exigindo atenção prioritária.
Ausência de contacto acima do limite definido, com alerta para intervenção imediata.
O REVIVER cria valor social, institucional e organizacional.
A plataforma permite acompanhar a atividade no terreno, medir resultados, gerar dashboards e apoiar reporting ESG com dados concretos de impacto social.
Uma solução concreta para transformar voluntariado corporativo em impacto social estruturado, contínuo, mensurável e alinhado com estratégias ESG.
Mais coordenação territorial, melhor visibilidade dos casos sinalizados e menos falhas de acompanhamento.
Mais proximidade, mais segurança e uma resposta local mais humana para quem está isolado.
Impacto que pode ser medido e reportado
A plataforma permite acompanhar a atividade no terreno e transformar acompanhamento social em dados claros para reporting ESG, avaliação de impacto e melhoria contínua.
Registo contínuo das ações no terreno com prova de contacto.
Visibilidade do número de beneficiários ativos e respetivo estado.
Monitorização dos casos que exigiram atenção prioritária.
Dados prontos para comunicação de impacto social e sustentabilidade.
Próximo passo
O passo seguinte é implementar um piloto numa freguesia para testar a articulação entre entidades locais, plataforma e voluntários empresariais, recolhendo feedback real para evolução da solução.
VISÃO DE IMPLEMENTAÇÃO
Um projeto com narrativa forte e caminho claro para prova de conceito.
O piloto permite validar a experiência no terreno, testar a adoção da app pelos voluntários e demonstrar o impacto social do modelo antes de uma expansão para outras freguesias ou municípios.